terça-feira, 20 de julho de 2010

Ilusão?

Como posso estar tão errado?
Se agora consigo sentir
Esse puro amor por todo lado
Só por que outrora tolo não o fiz brandir?

Iludida estás, assim como eu antes
Néscio, vociferei lastimosas mentiras
Que não me orgulham as feridas
Causadoras de ideias difamantes

Meu ser urge não ficar detido
Ela reclama o amor adormecido
Aquele desejo de ser compreendido

De exaltar a chama, deixá-la insana
Resoluta no consentir, no extinguir
Todo e qualquer dó, solto ao vento; apenas pó!

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