Pele perfumada
Qual a flor de jasmim
Sedutora enjaulada
Num corpo de cetim
Seios copiosos fádicos
Esses quão primorosos
Cabem-lhes os lábios cálidos
Refletindo-os no cerne; luminosos
Eterna alma ressoante das próprias curvas
Sob os pingos d'água cadentes
Espalhando-se em toda parte nua
Expõe-se à verdade libente
De que toda realidade sua
Abriga ser maior em intempestiva clausura
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