Não que a vida não tenha nos ensinado a vivê-la, mas sim que ela é enigmática a ponto de nos tirar do rumo certo das coisas. Mesmo já percorrendo o caminho que nos leva a verdadeira felicidade, somos trombados pela hipócrita sociedade que nos confunde, por sermos tolos; fracos; inócuos. Sim, inofensivo às regras que nos permeiam, mas não aos que estão ao nosso lado.
Viver não é complicado, é até simples. Conviver também não é difícil, quando se tem o bem querer, o bem amado. O real significado; a centelha do universo dentro dos próprios olhos. O pulsar enérgico da alma transbordando pela pele.
Faz tempo que não me sentia assim. Fui corroído pela já difamada necessidade do querer, do ter. Mesmo que tenha agido com boas intenções, mas as sombras estiveram muito acima das verdadeiras formas. O que não deveria ser.
De qualquer sorte, enxergo novamente. Toda a doçura da vida, do sorriso natural. Sinto a brisa da manhã, o verde das árvores, o som característico e dengoso da iniciante prole; o dormir tranquilo do meu bem.
Choroso e desperto, sei mais do que tudo que o resto não vale a pena. É difícil chegar a pensar assim, não minto. Nem mesmo falo que as filosofias ou crenças não são verdadeiras em algum aspecto ou não. No entanto, assim como a coletividade que nos exige mais do que podemos dar aos nossos verdadeiros intentos, elas também nos envolvem numa máscara de mentiras e arrogância, fazendo-nos converter nossa atenção ao efêmero; ao ego. Essas não mais cabem em mim.
Mas minhas lágrimas são doces, assim como outrora. Cheias de significado. Cheias de medos. Cheias de amor.
O tempo não se volta, mas que bom que se acessa, assim como os arquivos de um computador. Temos o nosso próprio arquivo, estando ele aqui conosco ou espalhado por aí nos lugares que nos fizeram o que somos. Em textos, fotos, cartinhas, rabiscos, beijos, doces, quereres. Nas roupas, no ar, nos amigos, nas datas, nas músicas, filmes, livros. Onde você procurar.
Estou de volta, sentado, voando. Fincado. Para sempre. Sou forte, bravo, destemido. E estou certo de que nenhuma estrela no céu estará longe de nós, quando deveras quisermos sonhar.
Viver não é complicado, é até simples. Conviver também não é difícil, quando se tem o bem querer, o bem amado. O real significado; a centelha do universo dentro dos próprios olhos. O pulsar enérgico da alma transbordando pela pele.
Faz tempo que não me sentia assim. Fui corroído pela já difamada necessidade do querer, do ter. Mesmo que tenha agido com boas intenções, mas as sombras estiveram muito acima das verdadeiras formas. O que não deveria ser.
De qualquer sorte, enxergo novamente. Toda a doçura da vida, do sorriso natural. Sinto a brisa da manhã, o verde das árvores, o som característico e dengoso da iniciante prole; o dormir tranquilo do meu bem.
Choroso e desperto, sei mais do que tudo que o resto não vale a pena. É difícil chegar a pensar assim, não minto. Nem mesmo falo que as filosofias ou crenças não são verdadeiras em algum aspecto ou não. No entanto, assim como a coletividade que nos exige mais do que podemos dar aos nossos verdadeiros intentos, elas também nos envolvem numa máscara de mentiras e arrogância, fazendo-nos converter nossa atenção ao efêmero; ao ego. Essas não mais cabem em mim.
Mas minhas lágrimas são doces, assim como outrora. Cheias de significado. Cheias de medos. Cheias de amor.
O tempo não se volta, mas que bom que se acessa, assim como os arquivos de um computador. Temos o nosso próprio arquivo, estando ele aqui conosco ou espalhado por aí nos lugares que nos fizeram o que somos. Em textos, fotos, cartinhas, rabiscos, beijos, doces, quereres. Nas roupas, no ar, nos amigos, nas datas, nas músicas, filmes, livros. Onde você procurar.
Estou de volta, sentado, voando. Fincado. Para sempre. Sou forte, bravo, destemido. E estou certo de que nenhuma estrela no céu estará longe de nós, quando deveras quisermos sonhar.
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