Oh, por muito andei sem avistar esse brilho branco
Que me torna corajoso, tenaz, nem um pouco fugaz
Mostrando-me um sorriso invisível, nem acerbo nem brando
Querendo de mim saber o quanto sou capaz
Luminância que envereda n'alma sem dó
Rasgando de vez suas elevadas camadas
Reconstituindo tudo do pó
Mostrando-me sua misteriosa mágica
Oh, fecunda brilhância, não corroas meu ser!
Não o consumas com teus raios!
Apenas te abranda em meus braços...
Pois, só assim, em ti poderei ter...

Que me torna corajoso, tenaz, nem um pouco fugaz
Mostrando-me um sorriso invisível, nem acerbo nem brando
Querendo de mim saber o quanto sou capaz
Luminância que envereda n'alma sem dó
Rasgando de vez suas elevadas camadas
Reconstituindo tudo do pó
Mostrando-me sua misteriosa mágica
Oh, fecunda brilhância, não corroas meu ser!
Não o consumas com teus raios!
Apenas te abranda em meus braços...
Pois, só assim, em ti poderei ter...

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