
Numa vida em que o tempo não parece mais haver e que todo o empenho não é mais suficiente às cobranças do cotidiano, guiamo-nos cegos e desatinados desde os primeiros instantes da aurora até os últimos da noite; isso quando a noite não adentra o dia seguinte num ciclo corrosivo que deturpa o virtual bem estar do homem condicionado.
Com objetivos impregnados continuamos desesperadamente sermos felizes, mesmo que, para isso, ajamos em prejuízo de outrem. Eis aí uma caçada voraz, infinita e negativamente sagaz. Os holofotes da mídia, guiados pelas instituições, assim como o são os governos, direcionam seu facho diretamente aos nossos olhos, borrando a verdade e programando-nos para não valorizarmos as “trivialidades”. Contudo, essas banalidades é que são a simples verdade que, infelizmente, continua ofuscada por repetições ostensivas da falsa dependência e da falsa necessidade.
O mundo está abarrotado de gente seguindo esse pseudo-caminho da pseudo-verdade. E eu e você estamos incluídos nesse monte. Pois, como autômatos, acordamos, tomamos “nosso” café industrializado, dirigimos “nosso” veículo devorador de energia não renovável, passamos o dia pregando falsas virtudes e ideias a outrem em troca de nossa ascensão social e do futuro conforto que, a cada dia, mais parece se distanciar; voltamos nesse mesmo veículo ao ambiente que intitulamos de casa, lar, e não de refúgio das exterioridades destrutivas como realmente o é.
Mas a culpa é sua; é minha. Somos nós os responsáveis por nossa alienação, conformismo e sujeição. Condicionamos nossas derrotas e vitórias a algo ou alguém exterior aos nossos atos, o que nos faz afirmar-nos realmente enganados pelos outros e infantilmente por nós mesmos. Somos escravos financeiros, institucionais. Servos da verdade alheia. Individualizados de nossa história, de nossa essência. A saltar os olhos, vêm as festas sazonais com toda mudança de cultura, de festejos, de atitudes. Dúvida: nossos bisavós, tataravós, ou os colonizados desta terra, enfeitavam suas casas com penduricalhos dourados e vermelhos? Há quem chame isso evolução histórica ou social. Já eu entendo como condicionamento em massa. Escolher um dia para sermos pessoas melhores nos faz pessoas piores ainda; é a tradução literal da hipocrisia.
A conexão que mantemos com nosso próprio planeta, que aqui com propriedade chamo de lar, é a de predadores extrativistas. Nem ao menos chegamos a concluir um pensamento saudável de conservação do ambiente quando nos deparamos com as condições de vivência já expostas pelo sistema. Todavia, para entendermos deveras esses problemas, devemos entender primeiramente a nós mesmos.
Pergunto-lhe: você se ama? Tem certeza disso? Será que não é uma paixão? Sim... Paixão! Iludido com o que você apresenta a si mesmo? Se não é paixão, como é que você diz que é amor? Para amar, você tem que se cuidar, preocupar-se, você tem que estar e agir por você. Você se cuida? Cuida do seu corpo? Da sua mente? Indaga-se sobre quem é você? Quem somos nós? Você está se ajudando ultimamente? Tudo bem, vou ser simpático dizendo que acredito que você se ama; mas sejamos realistas, esse amor deve ter esfriado há tempo.
Então, não seja mais tolo, volte a se amar, a acreditar nas suas ideias, nas suas vontades. Volte a sorrir, mesmo que ninguém sorria para você. Assim, eu e você poderemos entender nosso eu coletivo e não mais individual. Compartilhando verdades próprias e abrangentes, e não mais falsas mensagens castradoras, tornando-nos finalmente iniludíveis.
Contudo, afirmo: não haverá revolução que mude o mundo, em verdade, nossa maior necessidade hoje é evoluir. Sim, evoluir! Antes filosoficamente e depois psicologicamente, pois, permitindo-nos pensar podemos mudar o jeito que pensamos.
Com objetivos impregnados continuamos desesperadamente sermos felizes, mesmo que, para isso, ajamos em prejuízo de outrem. Eis aí uma caçada voraz, infinita e negativamente sagaz. Os holofotes da mídia, guiados pelas instituições, assim como o são os governos, direcionam seu facho diretamente aos nossos olhos, borrando a verdade e programando-nos para não valorizarmos as “trivialidades”. Contudo, essas banalidades é que são a simples verdade que, infelizmente, continua ofuscada por repetições ostensivas da falsa dependência e da falsa necessidade.
O mundo está abarrotado de gente seguindo esse pseudo-caminho da pseudo-verdade. E eu e você estamos incluídos nesse monte. Pois, como autômatos, acordamos, tomamos “nosso” café industrializado, dirigimos “nosso” veículo devorador de energia não renovável, passamos o dia pregando falsas virtudes e ideias a outrem em troca de nossa ascensão social e do futuro conforto que, a cada dia, mais parece se distanciar; voltamos nesse mesmo veículo ao ambiente que intitulamos de casa, lar, e não de refúgio das exterioridades destrutivas como realmente o é.
Mas a culpa é sua; é minha. Somos nós os responsáveis por nossa alienação, conformismo e sujeição. Condicionamos nossas derrotas e vitórias a algo ou alguém exterior aos nossos atos, o que nos faz afirmar-nos realmente enganados pelos outros e infantilmente por nós mesmos. Somos escravos financeiros, institucionais. Servos da verdade alheia. Individualizados de nossa história, de nossa essência. A saltar os olhos, vêm as festas sazonais com toda mudança de cultura, de festejos, de atitudes. Dúvida: nossos bisavós, tataravós, ou os colonizados desta terra, enfeitavam suas casas com penduricalhos dourados e vermelhos? Há quem chame isso evolução histórica ou social. Já eu entendo como condicionamento em massa. Escolher um dia para sermos pessoas melhores nos faz pessoas piores ainda; é a tradução literal da hipocrisia.
A conexão que mantemos com nosso próprio planeta, que aqui com propriedade chamo de lar, é a de predadores extrativistas. Nem ao menos chegamos a concluir um pensamento saudável de conservação do ambiente quando nos deparamos com as condições de vivência já expostas pelo sistema. Todavia, para entendermos deveras esses problemas, devemos entender primeiramente a nós mesmos.
Pergunto-lhe: você se ama? Tem certeza disso? Será que não é uma paixão? Sim... Paixão! Iludido com o que você apresenta a si mesmo? Se não é paixão, como é que você diz que é amor? Para amar, você tem que se cuidar, preocupar-se, você tem que estar e agir por você. Você se cuida? Cuida do seu corpo? Da sua mente? Indaga-se sobre quem é você? Quem somos nós? Você está se ajudando ultimamente? Tudo bem, vou ser simpático dizendo que acredito que você se ama; mas sejamos realistas, esse amor deve ter esfriado há tempo.
Então, não seja mais tolo, volte a se amar, a acreditar nas suas ideias, nas suas vontades. Volte a sorrir, mesmo que ninguém sorria para você. Assim, eu e você poderemos entender nosso eu coletivo e não mais individual. Compartilhando verdades próprias e abrangentes, e não mais falsas mensagens castradoras, tornando-nos finalmente iniludíveis.
Contudo, afirmo: não haverá revolução que mude o mundo, em verdade, nossa maior necessidade hoje é evoluir. Sim, evoluir! Antes filosoficamente e depois psicologicamente, pois, permitindo-nos pensar podemos mudar o jeito que pensamos.

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